Confira a programação pública e gratuita do LAB.IRINTO

Programação

Encontro Internacional de Laboratórios de Inovação Cidadã

Local: Museu Pelé (Rua Marquês de Herval, s/n, no Valongo)

Dias: 22 e 23/06

Dia: 22/06 (quarta-feira)

Festa – Um encontro pela cultura livre

Horário: 19:30

Local: Casa Rizoma

Dia: 23/06 (quinta-feira)

Apresentação das Experiências dos Laboratórios Brasileiros

Horário: 18:30 às 21:30

Dia: 24/06 (sexta-feira)

Seminário Internacional de Inovação Cidadã

Local: Teatro do Sesc (Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida)

Dia: 24/06 (sexta-feira)

O que é inovação cidadã: Caminhos para a Construção do Comum

A inovação cidadã é aquela que emerge do fazer dos indivíduos, por meio de sua própria ação? Em relação à inovação tradicional, não se encerra na produção de mercados? Em relação à inovação social, traz como complemento a ideia de que deve emergir das iniciativas cidadãs? O que afinal podemos chamar de inovação cidadã? Para além disso, na mesa queremos compreender em que medida as práticas inovadoras dos cidadãos, coletivos e organizações podem ser um instrumento para impulsionar o procomum (também conhecido como commons), influenciando assim as soluções públicas e privadas. O procomum, neste debate, é justamente o que queremos construir, mais que preservar ou defender, a partir de uma noção de social que não se oponha ao natural. Para esse debate, teremos o aporte de Marcos Garcia, que dentro do MediaLab-Prado co-organiza o Laboratório do Procomun; Paola Ricaurte, do México, cujo trabalho de investigação acadêmica e de construção dos Open Labs passa por esses temas e Muhammad Radwan, que com seus trabalhos tem pensado as questões ambientais e de sustentabilidade em projetos de inovação. Para debater com eles, do Brasil, Cinthia Mendonça, e Pedro Markun, organizadores de experiências autônomas, uma rural e outra urbana, que dialogam permanentemente em suas práticas com a questão dos commons.

Paola Ricaurte (México) – Open Labs (http://www.openlabs.mx/)

Marcos Garcia (Espanha) – MediaLab-Prado

Muhammad Radwan (Egito) – IceCairo

Provocação: Cinthia Mendonça (Brasil) – Nuvem Estação Rural de Arte e Tecnologia

Debatedor: Pedro Markun (Brasil) – LabHacker

Por uma rede internacional de inovação cidadã e gestão da abundância

Gerir a riqueza escassa. Assim o capitalismo se estruturou ao longo dos séculos. Com a sociedade em rede e as tecnologias digitais, no entanto, estamos vivendo um ciclo de geração de soluções e valores que nos remete a um modelo de produção de riqueza baseado na abundância. Seria possível um mundo onde a riqueza seja redistribuída equanimemente? Como a inovação cidadã e a cultura livre podem contribuir para que isso ocorra? Quem são os agentes que estão promovendo essa concepção, realizando projetos que podem nos levar a um novo cenário produtivo? Como pensar a sustentabilidade num contexto como esse? O que é sustentabilidade, aliás? Essas são algumas das questões que iremos debater a partir da contribuição de Raul Oliván, diretor do programa de economia criativa de Saragoça, Espanha, onde transformou a lógica dos espaços de co-working com a criação da Colaboradora, que funciona baseada na troca de tempo e serviços; Dardo Ceballos, da Argentina, vem compartilhar seus avanços a partir do projeto Santa Labs, da províncida de Santa Fé e Nanjira Sambuli trará o exemplo do iHUB de Nairobi, Quênia, que se conformou como um dos principais centros de inovação da África. Gabriela Agustini e Graciela Selaimen farão as provocações.

Raul Oliván (Espanha) – Zaragoza Activa

Nanjira Sambuli (Quênia) – Ihub Nairobi

Dardo Ceballos (Argentina) – Santa Labs

Provocação: Graciela Selaimen (Brasil) – Fundação Ford

Debatedora: Gabi Agustini (Brasil) – OLABI

Arte, tecnologia e inovação cidadã

A cultura é a regra; a arte é a exceção. Em que medida os processos artísticos têm contribuído para a transformação da vida contemporânea, ao delinearem rotas de fuga aos poderes estabelecidos, pelos governos, pelas corporações, pelas rotinas alienantes? Há uma constatação por parte de grandes corporações que as invenções produzidas em laboratórios de arte e tecnologia, embora não programadas para isso, produziram inovações que modificaram os mercados por dentro, especialmente naquilo que tem sido chamado de Internet das Coisas (IoT). A arte como braço avançado do capitalismo? A arte como instrumento de impulsionar a inovação cidadã? Nesta mesa teremos a italiana Tatiana Bazzichelli refletindo sobre o que ela conceitua como redes disruptivas, que produzem com seu labor transformações no interior do capitalismo e para além dele; também as provocações de Camilo Cantor, artivista que vem desenvolvendo derivas tecnológicas e sonoras; Ricardo Brazileiro, com trabalhos que exploram as relações entre as tecnologias e as cidades, além de Lucas Bambozzi, cujas obras mais recentes exploram a relação entre a política e a técnica. Gisela Domschke fará a mediação.

Tatiana Bazzichelli (Alemanha) – Networked Disruption LAB

Camilo Cantor (Colômbia) – Colaboratorio

Ricardo Brazileiro (Brasil) – LabCEUS

Provocação: Gisela Domschke (Brasil) – LabMóvel

Debatedor: Lucas Bambozzi (Brasil) – Artista Digital


Comentários

  1. helcias bernardo de pádua disse:

    quero assistir hj – 24/6/16-as palestras do Sem. Inovação Cidadã no Sesc Santos. chego as 11h. podem me inscrever?
    Helcias Bernardo de Pádua – Biólogo/CFBio 683.01D – Jornalista 72230 MTb





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